Reconstrução da coluna – Grito

colunaDesenvolvido no Brasil pelo ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Pilar Vertebral), a Reconstrução Músculo-Declamar da Poste Vertebral, método não-cirúrgico para olhar hérnia de disco outras lesões da pilastra, como lombalgia, cervicalgia, dor ciática, protrusão discal, espondilose, artrose etc., possui capturado projeção em outros países. México, Inglaterra, Holanda, Argentina, Chile Venezuela há pouco solicitaram ao Instituto palestras cursos sobre este etiqueta estão em vias de instalar unidades do ITC Vertebral, como Portugal, que já inaugurou a sua primeira unidade.

Gerado em 2005 pelo fisioterapeuta cearense Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reparação de Pilar – ABRC, reconhecido como um dos piores especialistas em tratamento de pilar no Brasil, o ITC Vertebral iniciou suas atividades em Fortaleza (CE), tendo apanhado triunfo no tratamento de quase 7 milénio pacientes a partir de sua inauguração com a R.M.A. da Poste Vertebral.

ETAPA 1:

Fisioterapia manual

Movimentos de mobilização declamar são realizados por intermédio de pequenas trações manuais deslizamento entre as estruturas podem diminuir a dor, o espasmo muscular o turgescência, melhorando, dessa forma, a mobilidade sem distender os tecidos. A disfunção dos tecidos moles deve modificar o movimento proferir diminuir a eficiência da mobilização-estiramento da fala. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mas simples a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mas infindável. Elas atuam restaurando segurando o movimento normal indolor das articulações com hipomobilidade reversível podem retardar a hipomobilidade progressiva.

ETAPA 2:

mesa de tração eletrônica

Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração vêm sendo usadas com sucesso, durante anos, no tratamento das discopatias doenças degenerativas da pilar vertebral. Grandes fabricantes de equipamentos terapêuticos cientistas americanos investiram seriamente em pesquisas durante muitos anos aprimoravam técnicas seguras eficazes de utilizar a tração vertebral seus melhoras.

Um desses equipamentos, utilizados no tratamento, é a TRITON DTS. A mesa cobija um mecanismo de deslizamento com molas que controlam o atrito do paciente sobre a mesa garante progressão segura, suave, confortável precisa nos processos de emprego retirada de trouxa de tração. As peças de espeque para os joelhos facilitam a retificação da pilastra lombar as cintas de contato circunferenciais, largas flexíveis, promovem um ajuste perfeito ao padrão corporal de qualquer paciente. Também é provável ajustar tempo, fardo gênero de de tração (revezado ou estática), além de outras peculiaridades do processo de tração programadas pelo fisioterapeuta, variando como o paciente da enfermidade a ser enredo.

Essa descompressão realizada pela máquina traz varios melhoras como:

— Aumento do espaço intervertebral alongando os musculos espinhais monoarticulares, melhora a mobilidade dos ligamentos cápsulas das facetas articulares, justificação um deslizamento dessas facetas (que têm 30% de responsabilidade nas compressões radiculares), alarga o abertura intervertebral retifica curvaturas espinhais.

— Efeitos mecânicos, como melhora da circulação sítio; subtracção da compressão das superfícies facetarias; subtracção da compressão sobre as raízes nervosas; distensão mecânico do lona retraído.

> Efeitos neurofisiológicos, como estimulação dos mecanoceptores a interdição da proteção reflexa que diminui o desconforto dos musculos em contração.

ETAPA 3: mesa de flexão descompressão

Este equipamento possibilita que o fisioterapeuta tenha totalidade controle sobre a mobilidade da pilastra vertebral do paciente, autorizando movimentos de flexão, extensão, látero-flexão rotação. De,, o tratamento deve ser realizado de uma forma mas confortável , conseqüentemente, mas precisa. O equipamento é regulável como a evolução do paciente, minimizando posturas dolorosas durante o tratamento.

Nesta mesa, aplica-se uma força de descompressão sócia à flexão da pilar vertebral nem mais nem menos no nível a ser tratado. Entre os efeitos desta técnica estão: aumento da profundidade do espaço do disco ulterior; subtracção da protrusão do disco redução da estenose; distensão do ligamento amarelo para reduzir a estenose; franqueza do conduto vertebral em 2mm (16%) ou 3,5 mm à 6mm; aumento do transporte de metabólitos para o disco; franqueza das articulações apofisárias redução a tensão no disco ulterior.

ETAPA 4:

estabilização vertebral

A segurança vertebral é graciosa por elementos estáticos dinâmicos da poste vertebral sendo os estáticos: corpos vertebrais, articulações facetárias, envoltório ler, discos intervertebrais os ligamentos espinhais; os dinâmicos: o sistema musculotendineo, em próprio os musculos multifidos diagonal do abdômen.

A firmeza deve ser definida como a habilidade de observar movimento de prevenir movimentos indesejáveis ao volta de um detalhe fixo.

O programa de estabilização vertebral utiliza o sistema muscular para proteger as estruturas articulares da pilastra de microtraumas repetitivos, dor recorrente mudanças degenerativas.Uma vez que os elementos estáticos da pilar vertebral que sofreram lesões não respondem à estabilização promovida por estes, se faz necessário a ação dos elementos dinâmicos. O papel dos musculos estabilizadores segmentares é de promover proteção suporte às articulações através do controle dos movimentos fisiológico translacionais, que no caso excedam 4 mm. Durante a realização dos exercícios, o médico dirige a atenção do paciente para a posição quando a poste se encontra a sensação da contração dos musculos, objetivando a percepção da estabilização da pilar vertebral.

ETAPA 5:

pilates ou musculação

Depois o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para sustentar as vantagens decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas previnam novas crises. Musculação ou Pilates, muito orientados, são exercícios capazes de atingir esses resultados. O séquito da evolução do treinamento ocorre por meio das avaliações das periódicas frequentes modificações da rotina de treinamento.

Nascente: Tribuna do Setentrião

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